segunda-feira, 28 de abril de 2014

Até sempre...



Hoje, este blog que já foi tão importante na minha vida, faz 4 anos.
Através deste blog, conheci pessoas maravilhosas, amigas cujo contacto já existe para além do virtual, aprendi a ser um bocadinho fashion, tive a minha lista de livros a ler, sempre actualizada, fui solidária, participei em desafios fantásticos, diverti-me imenso com os Turista Awards, aprendi a dominar esta esfera (obrigada querida Miss Scarlet, que tanto me ensinaste!), participei em  grandiosas Árvores de Natal da Blogosfera como organizadora, fiz com que metade da blogosfera embarcasse na aventura As Amantes do Verão, ri, a bom rir com a maior parte de vós, sofri com os vossos desaires, mas sobretudo diverti-me muito e soube-me pela vida.
Neste momento a minha disponibilidade física e mental é nula, para vos acompanhar.
Como tal faço aqui uma pausa,
Só o tempo dirá, quando e se, voltarei.

A todas as amigas e amigos com quem partilhei tanto da minha vida, pois aqui não houve máscaras, nem mentiras, nem vida inventada, deixo um grande abraço e um grande, grande obrigado por me terem tornado uma pessoas mais rica de espírito.

Até sempre... ou até já... quem sabe...

Continuamos a ver-nos pelo facebook!

(a minha mãe-pequenina, apesar da idade e da sua debilidade, ainda está aí para as curvas!)


sábado, 19 de abril de 2014

Desejo para todos...




... e um abraço.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Chegou!!!

A minha cerejeira-japonesa toda feliz, também!



(ou Cherry-Blossom, como dizem as pessoas-fashion)

Chegou hoje... aqui ao Minho!
Quem?
A Primavera!
Sim! Céu azul e temperatura amena.
Fica por cá, sim?
Siiiiiiim!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Bom fim de semana.

Gerês, Fevereiro de 2014


Bem... com esta Primavera envergonhadissíma, parece-me que ainda vou ver neve outra vez, este ano!
Pelo menos a lareira continua acesa...

Todavia desejo-vos um bom fim de semana!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Bom dia Primavera!


Cá pelo jardim, estamos à tua espera!


Sê bem vinda e que tragas muita alegria, sol e cor às nossas vidas!

terça-feira, 18 de março de 2014

Projecto Solidário Mãos Unidas Pelo Sorriso das Crianças

A nossa querida Belle du Jour não pára.
Esta mulher com M maiúsculo que iniciou este Projecto a partir do nada, tem apoiado e angariado ajuda, para inúmeras pessoas carenciadas.
Agora, e no seguimento do seu Projecto Solidário, vai acontecer um "um Concerto Solidário no "Bugio Terrace" em Cascais para angariar donativos para o Projecto Solidário Mãos Unidas Pelo Sorriso das Crianças. Será a 4 de Abril. O pessoal só tem de ir, contribuir com um pacote de arroz, massa, etc e passar um bom bocado com um grande som e a oferta da casa de um café e bolo para acompanhar".





Vamos apoiar? Siiiiiiiiiiiiiiim!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Bom fim de semana.



Ontem a minha mãe-pequenina, admirando as azáleas  e as japoneiras do meu jardim, dizia:
- "As lá de casa também estão tão bonitas! Estão cheínhas de flor!"
Sendo que este "lá de casa", é o centro onde ela vive actualmente.
E eu sorri e o meu coração sorriu também.


Um bom fim de semana, cheio de sol para todas/os vós.

Um abraço

( Querida Anita, não me esqueci de ti. Só ainda não tive tempo de te responder.)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Bom fim de semana!

Apesar da chuva que não nos larga, desejo-vos um excelente fim de semana.
O nosso vai ser caseirinho em frente à lareira que está um frio que não se aguenta!

O fim de semana passado, foi assim...


Abraços amigos.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bom fim de semana!


Venham até ao Minho, aproveitar e deliciarem-se com os nossos nevões! 
(O maridão, em  Janeiro de 2014)


E um grande abraço pleno de amizade para todas e todos (não me esqueci de si, Rogério!)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Obrigado!


Este deveria ser o meu lema de vida actualmente... ainda não o é... mas estou quase, quase lá! E vocês contribuíram e muito, para este grande passo.

Quero agradecer do fundo do coração todas as palavras amigas, testemunhos, abraços virtuais que me deixaram no post anterior.
É bom saber que nos entendem e que não estamos sozinhos, nesta etapa. 
Deram-me força e percebi que temos tanto em comum, que tantas de vós já passaram ou estão a passar por algo idêntico. 
Aprendi convosco! 
Fizerem-me ver toda a situação, por um prisma muito mais positivo (vá de retro sentimento de culpa!).
Ganhei forças! 
A sério!!

Um agradecimento especial, à Rosinha Cruz (obrigada pela cumplicidade, minha querida), à Montana (muita força, minha querida), à São (as suas palavras ajudaram-me tanto, minha amiga!), à Jo, à ádescávir, à Paula, à Dear Daisy, à Ana (as tuas palavras deram-me muita força, minha querida), à Ana Sofia, à Helena Pereira; à Custódia (eternas cúmplices!), à Cantinho (obrigada por toda a força, minha querida), à Anabela Julião, à OutraMaria (tens toda a razão, minha querida), à Flor de Jasmim (muita coragem, minha querida), à Maria do Carmo (minha querida, como me identifiquei contigo!), à Sofia Fernandes (obrigada minha querida, pelos ensinamentos preciosos), à Marta, à Susana Correia dos Santos (os meus sentimentos, minha querida), à Fernanda (minha querida, tudo o que escreveu parecia que tinha acontecido aqui em casa), à Anita, à Suricate, à AvoGi (não fiquei nada ofendida, bem pelo contrário, minha querida), à Pratos da Bela, à Tuquinha (as melhoras, minha querida), à Ideias com linhas, à P, à Graça Sampaio, à, Maria, à S*, à SAV, à Niki, à Gaja Maria, à Marta, à Nadinha Importante, à Opinante, à Green, à Rosa dos Ventos, à Cê, à Fashionista, à Majo, à Maria, ao Rogério; à Scarlet Red, à Carla Isabel, à ... acho que não me esqueci de ninguém!

Ainda não tive tempo de responder aos emails pessoais que me enviaram, mas hei-de conseguir.

A minha mãe-pequenina, está linda! 
Bem arranjada, bem cuidada, muito mais calma e a começar a gostar da sua nova casa. 
E ainda não passou um mês, desde a grande mudança.

Um grande, grande abraço,

Manuela

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

As voltas da minha vida... um desabafo!

Minha mãe-pequenina, Janeiro de 2014

Este post poderia ser um private post. Mas não é.
É um post que escrevo para familiares e amigos chegados (sejam eles reais, ou virtuais).
É um ponto da situação da minha vida. É um desabafo.
De há uns tempos para cá, devido aos problemas  de saúde da minha mãe-pequenina, deixei de ter vida própria. Toda a minha vida começou a girar em volta dela. Os meus dias foram pautados pelas consultas e exames que tinha de fazer, pelas horas da toma dos medicamentos, pelas horas fixas das refeições, pelo descanso que lhe era imposto... ou seja pelas suas rotinas diárias.
E aprendi (à minha custa) que a partir de uma certa idade, as rotinas diárias são preciosas e inalteráveis. Porque é assim que as pessoas de idade se sentam bem e felizes. E não vale a pena alterar algo, nem que seja uma ida ao restaurante, para um almoço. Não vai resultar. Não resulta!
A minha mãe-pequenina, como vocês já leram muitas vezes ao longo dos meus anos nesta esfera, é voluntariosa, vaidosa, senhora de si e muito pouco maleável. Com os sucessivos AVCs e AITs, o seu feitio ficou digamos... refinado.
Eu que tenho estado sempre presente, em todas as situações da sua vida, envelheci 20 anos nestes últimos tempos. Não é por acaso que já não é a segunda, nem a terceira vez que me perguntam ultimamente, se eu sou irmã, da minha mãe-pequenina. Acho que está tudo dito...
No último Natal, em reunião de família, decidimos em conjunto que seria melhor para a minha mãe-pequenina e para mim, que ela fosse para um lar, para um Centro, pois eu já não estava a aguentar tanta pressão, a minha saúde estava a deteriorar-se a olhos vistos. Claro que o nó no meu peito se instalou logo.
Colocar a minha mãe-pequenina, num lar?! Logo nós que felizmente temos uma casa com comodidades suficientes, para ela estar?! Que angústia!
Procurámos, inquirimos e como temos a sorte de viver na província (sim, que neste caso acho mesmo que é sorte!), encontrámos uma instituição (localizada a 10 minutos de distância) que preenchia todos os requisitos que nós pretendíamos para a minha mãe-pequenina: uma IPSS, edifício feito de raiz para os idosos, com instalações adequadas, jardins, horta e estufa, espaços amplos, quartos arejados, cada um com a sua casa-de-banho, sala de estar grande.
Mas sobretudo, com actividades que considero importantes nestas idades: pessoal preparado e especializado em  geriatria, ginástica, fisioterapia, cabeleireiro (vaidosa como ela, todas as semanas o frequenta, claro!), capela, animadora cultural, enfermeiro permanente, médico, saídas e passeios, acompanhamento nas idas a consultas (que nunca foi necessário utilizar, pois eu insisto em ser eu a fazê-lo)...
Claro que apesar de todas estas valências e bem estar proporcionado, o sentimento de culpa, não me abandona. E já por duas ou três vezes me deu vontade de a ir buscar para a minha casa, novamente. Não fosse o meu amor-tardio, teria já voltado à estaca zero.
Se alguns familiares chegados e amigos entenderam esta nossa decisão e apoiaram, outros houve que condenaram e continuam a questionar e a colocar perguntas, perguntas, perguntas! E que perguntas!!
E de onde menos se espera, surge o apoio (obrigada tia Bilita por todo o apoio que me tem dado, apesar dos seus 80 anos!). Obrigada minha amiga Custódia, que tão bem entendes o que eu sinto e que tantas palavras doces, me dizes.
Claro que que minha mãe-pequenina acha neste momento que eu sou a pior filha do mundo e faz-me sentir tal, todos os dias que falo com ela, ou que a visito (apesar da decisão ter sido tomada em família).
É comigo que ela discute, levanta a voz, condena... e me deixa este permanente, no peito.
Neste momento para além de envelhecida, estou esgotada.
Já não consigo deitar uma lágrima.
Apego-me ao que diz a médica que a assiste mensalmente- quem tem AVCs e pequenos AITs quase diariamente, tende a ter lapsos de demência e que serão cada vez maiores no tempo e no espaço.
Apego-me ao o que o enfermeiro que todos os dias contacta com ela, me relata: que está sempre bem disposta, orientada (salvo os lapsos, inerentes aos AITs...) e pronta a ajudar por exemplo, a pôr as mesas e a levantar, (algo que eles acham fantástico, pois é uma maneira de ela se sentir útil).
Diz-me o enfermeiro e a directora do Centro, que com os idosos é sempre assim: a pessoa que lhes está mais chegada, é sempre a que leva por tabela.
Tenho de agradecer ao maridão, pelo imenso apoio e força que me tem dado, nos últimos meses. Este amor-tardio, apareceu na minha vida no momento certo.
Tenho de agradecer às amigas virtuais que me têm enviado emails, e/ou me têm telefonado para saber de mim e da minha mãe pequenina (Ana Feijão, AvoGi, Paula Nogueira Guerra, Belle du Jour, Margarida, Verita, Flor de Jasmim, Miss Scarlet, Anita, Maria...).

A minha mãe-pequenina tem 83 anos e é velhinha e doente, sim!
E para toda a gente (que me condena e a me aponta o dedo) - aprendam a envelhecer e convivam com isso de forma natural, sim? E a  vida será tãããããão mais fácil!

Grande abraço,

Manuela

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Troca de Miminhos da Anita

E ainda não vos tinha mostrado e agradecido o miminho que recebi da querida Tons Neutros.


Adorei o saco primaveril, feito por ela mesma e o terno postal.

Obrigada queridas Tons Neutros e Anita e bom ano!