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quinta-feira, 9 de maio de 2013

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Uma palavra...


A minha vida não tem sido fácil ultimamente!
Não estou numa fase boa.
Não me sinto eu.
Não consigo ser eu, a que está sempre sorridente, a que avança sempre em primeiro lugar, a que está sempre presente quando os outros necessitam, a que tem sempre uma palavra de alento, a que acha sempre algo de bom, mesmo quando tudo parece negativo.
Estou em roda livre e a conjectura conjuntura social e económica actual, não ajuda ao positivismo que me caracteriza.
Gosto da vida, mas não gosto da minha vida como ela está.
Sinto-me triste, estou triste!
Acho que estou a entrar numa fase depressiva. Serei só eu?
E não gosto de pessoas que me dizem que há vidas piores que a minha. Porque a vida dos outros é sempre menos complicada do que a nossa, verdade? Sempre.
E quando estamos frágeis e sensíveis, basta uma palavra, somente uma palavra, dita em tom mais ríspido, inadequada, para o nó se instalar na garganta, para que os olhos fiquem húmidos.
Hoje aconteceu-me isso. E os outros(as) nem dão pelo mal que nos fazem.
E porque a vida é feita de altos e baixos, fica aqui o desabafo, o testemunho.
Se quiserem desabafar por aqui, sintam-se à vontade.
Eu compreendo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Obrigada!

(fotografia retirada da net)

Uma vez professora, professora toda a vida!
Costumava dizer muitas vezes aos meus alunos: eu ensino-vos, mas também aprendo tanto convosco!!
E a jovem Joana, hoje ensinou-me e sensibilizou-me de um modo especial, com o seu texto tão humano!
Vou gostar muito de ser tratada pela enfermeira Joana, um dia destes!

terça-feira, 1 de maio de 2012

+1 tão perto e tão longe

As nossa mãos, Abril de 2012


No fim de semana, tive por cá a minha sobrinha-filha.
E do longe, se fez o perto.
E algumas confidências foram trocadas...
E os mimos souberam a pouco...
A minha menina está uma mulher! Linda!
E eu fixo aqueles olhos azuis e recordo-me dela, pequenina ao meu colo, sempre com o seu ar muito sério, enquanto batiamos pelo mundo e eu lhe apontava uma praia, uma varanda, um quadro de Miró, mesmo na altura que ela (tão pequenina!) ainda não entendia nada do que eu lhe dizia.
E agora adulta, oiço-lhe as conversas, as opiniões, os desejos, os anseios, os sonhos, as ambições, os projectos para o futuro e aí sinto que ela já levantou asas e voou!
E eu fico aqui... com um nó na garganta... e não sei se chore, se ria... de felicidade.

(e assim terminou o desafio proposto pelo blog Comichão Cerebral. Parabéns a todos os que participaram e à Erva Daninha que o engendrou!)

domingo, 29 de abril de 2012

29.Ambiente

Abril de 2011

Sou pela sustentabilidade!
Quando todos questionavam como é que eu batia pé por todo o lado de transportes públicos, eu bem que tentava explicar... mas raramente me entendiam!
Quando eu falava nos problemas que os produtos químicos utilizados na agricultura, trazem para os terrenos e para os lençóis friáticos, recebia um esgar de condescendência...
Quando hoje ainda me imponho, devido ao barulho excessivo provocado por certas indústrias... recebo a resposta de que antes barulho e emprego, do que silêncio e desemprego...
À última queixa que fiz na junta de freguesia, sobre uma lixeira a céu aberto num sítio onde passo frequentemente, foi-me respondido que me enviariam um mail com a resposta... já lá vão 3 semanas!
Felizmente a minha paisagem é do mais natural, que existe!

domingo, 18 de março de 2012

Sabedoria da avó da Bela!


Atentem nesta fantástica história da avó, da querida Bela! Diz ela...


Oferecido pela querida Maria.

"...era uma história que a minha falecida avó, na eira de casa dela muita vezes nos contava, às netas mais velhas. Eis a história...
Havia 3 sapos, que resolveram fazer uma corrida de +- 150 metros até uma torre que havia, anunciaram a corrida e o povo foi todo para a rua aplaudir e apoiar os sapos. 
Entretanto a corrida começou e os sapos davam quanto tinham para conseguir chegar à meta, mas ao correr ouviam pessoas a apoiar, mas mais ainda a deitar a baixo, tipo "não vai conseguir, deixa de ser burro, jamais lá chegarás", enfim... Um deles aos chegar aos 75 metros e depois de ouvir tanta gente a deitar a baixo DESISTIU. 
No entanto a corrida continuou, pois ainda havia mais 2 sapos a correr. E o povo continuava, uns a apoiar e outros a deitar a baixo. O 2 º sapo estava de todo, transpirava e sentia-se bastante cansado, ao ouvir o povo a dizer o mesmo que disse ao outro acabou por DESISTIR também a 125 metros de corrida. 
Já o 3ª sapo, esse ganhou a partida, pois acreditou sempre nele e como era surdo ao ver os gestos do Povo pensou que lhe estavam a dar força e nunca a deitar a baixo.
 Por isso, como a minha avó dizia, quando alguém vos deitar a baixo, nunca dêem ouvidos, pois se o 3º sapo não fosse surdo se calhar também tinha ficado pelo caminho e nunca chegado à meta (Torre). 
Se os outros conseguem, nós também conseguimos, apenas temos que acreditar em nós mesmos."

Achei-a deliciosa e pede permissão à Bela, para a transcrever.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Timidez ou antipatia?!

Timidez, pode ser confundida com antipatia?
Tenho verificado nas minhas muitas deambulações por este país fora, que muitas pessoas quando chegam a uma sala de estar onde já estamos, ou a uma sala de espera de um consultório médico, ou entram numa loja onde está um/a funcinário/a e um ou outro cliente, não dão "os bons dias" ou "as boas tardes" e tentam não olhar, para quem já lá está!
Eu como sou de meter conversa com todas as pessoas e timidez é uma característica que não me assiste (como diz o outro!), ainda ontem debatia esta mesma questão com o maridão: será antipatia natural da maior parte das pessoas, ou será timidez, o velho receio do desconhecido?
Então quando estão acompanhadas de crianças ou adolescentes (que estão na idade de aprender a interagir com pessoas desconhecidas), estes silêncios fazem-me alguma impressão!

Oferecido por Miss Scarlet Red

Claro que eu vou logo avançando com a saudação e geralmente em troca recebo um "menchelhedia" ou algo idêntico e incompreensível e dito em tom de espanto e vou logo metendo conversa com as crianças, para desanuviar o ambiente!!